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segunda-feira, 26 de abril de 2010

twenty-one


Eis que estou ficando mais velho hoje. Ae!! Bom, o dia foi bastante corrido e ultimamente não tenho muita vontade de ficar me definindo ou explicando. Acredito que vocês já saibam ou desconfiam. Desde o último post não foi fácil, mas melhorei do abuso, tirei o final de semana apenas pra mim, vi muitas séries, joguei, conversei bastante, relaxei.

O dia de hoje foi muito corrido com tarefas acumuladas da semana anterior, mas deu pra adiantar algumas delas. O dia também começou feliz, recebi os parabéns da minha mãe, meus avós não se lembraram como sempre, liguei o celular e recebi duas mensagens de Mariana, uma delas enviada por engano (hahahha). Adorei, amiga, mesmo, pra começar o dia bem!

Chego no laboratório e recebo uma mensagem de Tyz, lembrando que ano passado ela me deu 20 toques no celular pra comemorar meu aniversário, e que mandaria 21 mensagens hoje. Sério, uma mensagem só foi o bastante, sou muito feliz por ter te encontrado entre devaneios de LOST e livros.

Abro o messenger e vejo dezenas de mensagens offline de Mariana essa madrugada. Ri bastante, coisas que talvez só nós entendemos, a maioria sem o menor nexo; e é assim que a gente se entende, não é estranho?! Divertida como é, agradeço muito por nossa amizade e sua presença esse tempo todo.

Daí em diante recebi recados de todo mundo que me conhece, meu clone me deu parabéns pessoalmente no laboratório e tratou de espalhar pro restante da turma. E B. lembrou também, pasmo! hahaha. Enquanto isso, meu email estava bombando com discussões sobre a formatura, e eu querendo concentração pra programar. Meus dois novos amigos, um da capital (oi hailton o/) e outro from Mexico também lembraram, fiquei muito feliz!

No final da tarde, pnp manda mensagens offline, sms's e tweets públicos me parabenizando. Fiquei irritado na hora, mas depois relevei, ele está no direito dele. Não respondi pra não dar impressões erradas de que esqueci, porque não esqueci.

Passei a noite trabalhando no portal (projeto de disciplina), enquanto via um ou outro email que recebia, e conversando com o amigo from Mexico. Bom, é isso, parabéns pra mim, e que nesse ano eu tenha mais tranquilidade, sem cair na rotina. Será que há um meio termo? :/

Ah, e obrigado a todos meus grandes amigos, vocês são extremamente especiais pra mim!

*:

sexta-feira, 12 de março de 2010

the dream

Sábado à tarde terminei a faxina super rápido, escutando muito Bat for Lashes. Almocei e fiquei deitado por um bom tempo; minha mãe aproveitou e ficou por perto. Quando B. avisou que estava terminando de se arrumar, vesti a roupa e fiquei no terraço, escutando minha avó rezando, depois que me despedi.

A viagem pra Recife foi bem tranquila, jogando no psp e escutando electro-indie. O ônibus parou numa praça, que também era terminal de integração, quando um taxista entrou e disse que aquela era a melhor parada pra quem queria ir ao aeroporto. E não é que era mesmo?! O aeroporto é lindo, enorme, funcional e, independente do horário, não parecia estar cheio. Vimos uma família francesa perto do banheiro, a mãe se vestindo do lado de fora e olhando as malas. As filhas eram lindas, B. falou que era totalmente Skins, e concordo. Fomos ao ponto de chek-in nos informarmos sobre o procedimento, e tinha um casal gay (meio que) se pegando, um deles super bizarro, com cara de africano, não entendia nada do que ele falava. E o atendente super sem graça, lol.

Fomos ao São Braz Coffee Shop (lol), consumir apenas pra pegar a senha da rede sem fio. Queimei a língua com o café, ficamos vendo Viver a Vida e mais uma conquista pra Luciana, depois chegou um rapaz com um teclado, tocando músicas bregas clássicas da MPB. Ficamos um bom tempo sugando a rede e depois fomos ao Bob's, pois B. queria comer comida (ya know). Infelizmente, o prato era muito bizarro, com uns bloquinhos de pão seco. Enquanto isso, fiquei vendo o Super Cine, surpreso-depois-chocado de ver que a irmã de Dexter era Emily Rose. Depois do Altas Horas (programão ¬¬), dei uma dormida e acordei perto do final do Corujão. Devia ser 5h quando pedi um sanduíche, e depois B. deu uma cochilada.

Até essa hora ainda tocava mpb na praça de alimentação, e a gente já não aguentando mais os clássicos dos botequins. Sim, tocou isso a madrugada inteira!! Ficamos vendo os pousos e voos dos aviões até dar a hora do check-in. O voo para Brasília foi o melhor da viagem, a equipe era muito legal, principalmente o piloto todo metido a garotão, dando dicas turísticas das cidades. Ficamos encantados com a vista de cima da cidade #dosítio e tiramos muitas fotos. Em Brasília estava muito nublado, liguei pra casa e minha mãe diz que em São Paulo estava dando 17º. Nada como um frio gostoso a esse tempo fervente daqui.

Esperamos duas horas entre a chegada em Brasília e o voo para São Paulo. Destaques para duas meninas muito bonitas (comentários hétero), uma delas tinha o rosto tão expressivo, eu só lia "apreensão" nas expressões que ela fazia. Mas destaque mesmo foi pra um senhor com todo o jeito de Ben Linus (LOST): a forma como lia o livro, o olhar de desdém; ele estava tão tranquilo como quando pegou o voo da Ajira Airways. #medo

De cochilo em cochilo eu passei a viagem. Despertei quando estávamos perdendo altitude já em São Paulo, e de repente o piloto dá uma arrancada e ganha altitude de novo. Ele avisa que está chovendo muito forte e que vai contornar o litoral até que a situação do tempo melhore. Super dormi durante todo esse "passeio", enquanto B. ficou desesperado. Despertei quando finalmente pousamos, e notei que o avião parou muito perto da curva da pista; foi aí que eu desesperei. No caminho pro hotel, o taxista nos mostrou onde ocorreu a tragédia da TAM, o lugar ainda cercado e uma única homenagem ainda persistia.

Chegamos ao hotel e fui ao Shopping Morumbi, em frente, pra tirar dinheiro. Fui atravessar a rua, o semáforo tinha acabado de ficar vermelho; atravessei todo na delícia, quando estou no meio o sinal abre (WTF?) e quase fui atropelado, mas tudo bem. Tive meu primeiro encontro com a 'galera transada' de São Paulo: muita gente bonita, e... muita gente. Quando voltei, decidimos pegar um taxi pra ir ao Shopping Bourbon, onde estava sendo exibido Avatar em IMAX 3D. O taxista nos deu dicas de como voltar pelo caminho mais rápido (adoro gente legal). O shopping é muito vertical, feito pra se perder várias horas, seja passeando ou encontrando a saída. O cinema tinha uma estrutura ótima, e pra nossa surpresa ainda tinha muita gente querendo ver o filme. Fiquei encantado como as pessoas valorizam a arte lá, não num cineminha como o daqui (sem mais detalhes).

Ainda não tinha visto Avatar, pois estava esperando uma oportunidade boa de ver em 3D; e não é que valeu a pena?! No começo, passou o trailer de Alice in Wonderland, que já tinha visto no youtube várias vezes; porém a percepção é totalmente outra. Com a tela IMAX, seu campo de visão fica totalmente coberto, imerso no filme. Tanto na cena em que Alice cai na toca, quando ao momento marcante do gato surgindo no meio da tela, a sensação de realidade é impressionante. O filme (Avatar) é muito bom, um delírio para os olhos. Felizmente não é um filme oco e consegue passar uma mensagem bem crítica. Lembro da emoção (ruim, mas emoção) que tive no momento máximo da exploração de Pandora; lembro também que dormir em certos diálogos, mais porque estava cansado da viagem mesmo.

"I see you"

Depois voltamos de taxi, num frio úmido absurdo, e fomos dormir. A segunda era toda nossa!

:D

domingo, 21 de fevereiro de 2010

this is dedicated...



Um dia conheci uma pessoa, digamos, bem peculiar. Tinha acabado de chegar num lugar novo, totalmente deslocado, melhor momento pra observar as pessoas. Num grupinho de mulheres, ela me chamava a atenção, por estar rindo em grande parte do tempo, uma risada bem contagiante, diga-se de passagem. Apesar de toda a não-propaganda que recebi nesse primeiro ano, minha admiração não foi abalada. Observando hoje, nos conhecemos pouco naquele ano, mas a gente acreditava na época, como todo jovem, que tinha tanto tempo pela frente, não é?

Um ano se passou, ainda estávamos na mesma turma. Eventualmente passei por um momento muito difícil da minha vida. Nunca me esquecerei de um dia em que estava isolado durante o intervalo das aulas, e ela chegou com suas amigas, pra conversar, falar besteira, rir. Desde então, todos os intervalos foram os mais divertidos (ok, exceto os das aulas do sábado, que ela dificilmente ia). Rimos ainda de tanta coisa daquele tempo... lembranças ótimas.

Algumas coisas evoluem sem percebermos, e nossa amizade foi assim. Hoje somos grandes amigos; continuamos a falar besteira, conversamos sério, sobre coisas que não entendemos, sobre o rumo que estamos tomando, se vale a pena, se estamos fazendo certo. Hoje, aliás, é seu aniversário, e apesar das poucas palavras, é a primeira vez que posso falar o que essa pessoa realmente significa pra mim: amiga, a melhor amiga, companheira, gentil, carinhosa, criativa, artista (por que não?); a pessoa que, embora não pense muito nos meus atos, me apoia, sem deixar de dar uns toques.

off: a pessoa que quebrou meus lápis, que me chama de mau caráter, que conversa sobre LOST e sobre todas as séries do mundo, que escuta música peaceful e me coloca pra escutar também, que é engraçada até quando está com raiva, que me colocava pra levar sua bolsa numa ladeira íngreme, que é dona de uma xualhiriam, que me mostra a boca cheia de biscoito de chocolate e que faz os dentinhos de Manueala :B

kkkkkkkkkkkkkkkkkk

Meus Parabéns, desejo que seus 21 sejam bem melhores que seus 20, que o curso que você quer seja fornecido, que a gente continue aprendendo bastante com a vida e o que ela nos oferece, que você tenha um dia especial, etc. etc.

bjbjbjbj

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

the trip part 3

Parte 3 - Goodbye

Acordei cedo na segunda e fiquei na cama até as 9h. O ônibus ia partir às 10, então só deu tempo de nos arrumarmos, eu não quis comer mais nada, e fomos. Ao chegar na rodoviária, deparamos com uma fila relativamente grande (final de ano, né), e descobrimos que teríamos que pegar o próximo, mais de uma hora depois. Assim, fomos à praça (que era bem perto), e ficamos lá conversando.

Inevitavelmente, mas não pra mim, os assuntos convergiram para a viagem do show de Coldplay. Mais uma vez ele questionou o fato de eu ir domingo pra São Paulo e 'turistar' com B. Eu ainda estava frágil nesse dia e facilmente a raiva tomou conta de mim, no pior estilo Bella. Eu disse que não precisava voltar ao mesmo assunto. Ele disse que era a primeira vez que estava tocando no assunto 'ao vivo', mas depois de ver minha notável insatisfação e fúria, ele disse que não ia mais discutir sobre isso. Veremos.

Perto da hora da próxima viagem, com os ânimos acalmados, ficamos conversando com uma amiga dele. O tempo passou muito rápido e fomos correndo pra rodoviária. Não é que o ônibus estava saindo?! Corri e o rapaz, até simpático diante da situação, me deixou entrar. Foi tão apressado que nem o abracei, nem acenei. Nesse momento já tocava "Intervention", do Arcade Fire, enquanto eu começava a chorar a cada vez que pensava: "Eu merecia isso". Estava realmente me esforçando por alguém e aquilo parecia estar sendo satisfatório para os dois.

A maioria do tempo na viagem eu estava só, e depois um senhor daqueles que puxam conversa veio, mas logo foi embora. Duas horas e alguns minutos depois, assim que o ônibus chega na rodoviária, pnp liga para saber se eu tinha chegado bem. Depois disso, peguei um Fandangos (nutrição mandou lembrança) e fui pra casa de Mariana. Cheguei em casa um pouco anestesiado, dando a impressão que eu estava há muito mais tempo fora. À noite, a gente ainda se falou, mas foi bem rápido.

O dia inteiro e, quem sabe, a semana inteira com "Eu merecia isso" na cabeça.

:)

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

news for the people

Tenho andado meio desligado (que nem a música), e minha rotina em casa faz com que eu não tenha muitas novidades. Hoje, especialmente, venho pensando no que farei depois da graduação; é meio cedo, já que tenho um ano bem turbulento pra enfrentar, mas é inevitável pensar em como sair dessa cidade. Acordei já com esse pensamento na cabeça, explorando a possibilidade de ir à Brasília, recomendação do meu chefe. Com um minuto de reflexão, eu já tinha pensado demais e resolvi parar. Afinal, as situações não se resolvem do jeito que a gente quer, e as pessoas não são tão receptivas quanto gostaríamos que fossem.

Há alguns dias, uma senhora que mora aqui perto passou por mim e me aconselhou a sair daqui, se as oportunidades fossem melhores (além de dizer que eu estava "cheinho", o que me deixou feliz, claro). O bom é que ela falou isso na frente da minha mãe e avó, pelo menos assim elas se acostumam com o fato. Falando nisso, minha mãe está mais apreensiva com a viagem pra Coldplay do que eu. Falando nisso (de novo), falta pouco mais de um mês!!!! omg

Sobre pnp, eu falei que não ia dar certo se continuássemos daquele jeito, e ameacei terminar. Não me senti bem em falar aquelas palavras, pois sabia como ele ia ficar. Fiquei dividido entre o pensamento de que eu estava certo e que era melhor, se eu quisesse evitar maiores problemas; e entre a possibilidade de acertarmos de alguma forma e enfrentarmos o problema como dois adultos (?). Além disso, sei que a conversa de "eu vou mudar por sua causa e vamos resolver isso" não convence. Ninguém muda pra se adaptar a um relacionamento sem uma das partes perder algo no final. Mesmo assim, depois de alguns dias realmente mal, acabei por colocar panos mornos e ver o que acontece. Contraditório, não? Bem, não é a primeira vez que volto atrás, vale pôr em destaque.

Pretendo ir à capital esse fim de semana, pra vê-lo. Mas, como das outras vezes que tentei ir, só em pensar em ter que avisar por aqui, e arranjar um desculpa, me cansa. Me falta muita disposição esses dias, pra tudo. O problema é que odeio ter que dar explicações; por mim eu ia, simplesmente. De uns tempos pra cá eu percebi que minha mãe só pergunta pra ter o que falar à minha avó. É ela que se preocupa excessivamente com todo mundo, principalmente com minha irmã (cinco anos mais velha), e não há o que mudar.

Falando em problemas de família, faz um tempo que venho acompanhando Six Feet Under (criada por Alan Ball, de Beleza Americana - um dos melhores filmes que já vi), e estou gostando muito da série e me identificando muito com os personagens. No início, eu me identificava com David (por ser 'do armário' e ser cheio de problemas de auto-aceitação) e morria de rir com os dramas de Ruth (a matriarca da família). No final da segunda temporada, tenho muita simpatia por Claire (a filha mais nova) e estou começando a sentir pena de Ruth. Por mim eu faria uma maratona e veria todos os episódios, fiquei bem empolgado com a história e a densidade dos episódios. Guardei até um episódio pra ver depois, "The Invisible Woman" da segunda temporada, que fala bem sobre a solidão, e como algumas pessoas apenas optam por viverem sós; acabou sendo um dos episódios mais coesos da série, até agora.

Bem, não sei como fazer um desfecho pra esse post. Uma ótima semana pra vocês!

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

the trip part 2

Parte 2 - anxiety

O ônibus estava praticamente cheio, como era de se esperar. Sentei ao lado de uma senhora com uma filha pequena no colo, que não parava quieta e toda vez que ela tocava em mim, as duas olhavam pra mim esperando uma bronca, ou sei lá o que. Fingi que não senti. Cerca de meia hora depois, fizemos a primeira parada, mãe e filha foram embora e tive a poltrona só pra mim; vinte minutos de pausa para alimentação, pois o ônibus vinha da capital, não estava com fome.

Quando as pessoas voltaram, coloquei minha mochila no colo, caso algum novo passageiro chegasse, mas não. Fechei os olhos pra não olhar para as pessoas entrando, com o fone no ouvido, quando de repente: "Uô-ô-ô-ô-ô ô-ô-ô-ô ô-ô-ô... caught in bad romance", juro que comecei a rir, e o barulho era perto, na poltrona atrás de mim. O ônibus começou a andar e eu estava cantando baixinho a música; quando ela acaba, percebo que seja lá quem estava tocando, estava executando o 'Fame Monster' inteiro. Eu, claro, cantando cada música e eventualmente ouvindo os dois (sim, era uma dupla, ou casal de atórons) comentando e cantando também.

A viagem acabou demorando mais que eu esperava, tivemos que fazer várias paradas. Não consegui dormir, e admirava a escuridão nos campos abertos, com uma casa longe com as luzes acesas, acho tão bonito e estranho por ser tão inseguro também. Assim que cheguei na cidade, pnp liga pra mim (assumi que ele estava tentando há mais tempo). Cansado e apertado (não espere que eu use banheiro químico de ônibus), cheguei; pnp estava me esperando, me deu um abraço e fomos pra casa que ele tinha arrumado. O tempo estava ótimo, estava úmido devido a uma chuva rápida.

Chegamos na casa, deixei a mochila no sofá. Pedi pra ir ao banheiro, e tardiamente percebi que ele estava se aproximando de mim, senti ele abaixar a cabeça enquanto eu me afastava, bateu certa pena. Mas quando saí, deu pra matar a saudade, conversamos bastante, liguei pra casa pra lembrar que estava vivo, entre outras coisas. Era por volta da 1h da manhã quando chega um amigo dele, nickname Gale.

Se eu conhecesse Gale em outras ocasiões, passaria longe. De fora, ele é um atóron dos maiores níveis de... gayzisse. Escutando as histórias dele com os caras que ele já ficou, percebi que ele era gente boa, só queria aproveitar a vida como, claramente, não dá muito pra se fazer em uma cidade de interior. Depois de pouco tempo, ele percebeu que estava sobrando e foi embora. Fomos, eu e pnp, dormir às 4h.

Não conseguimos dormir muito. Além de ser um lugar novo, fazia muito calor naquela cidade, e o ventilador deixava meus pés excessivamente frios. Já no domingo, fomos encontrar Gale na praça, tomamos cachaça com soda. Tirei fotos da praça, de um cara deitado no banco, de pnp olhando pro vácuo; o tempo estava ótimo e eu senti uma paz como fazia tempo que não sentia.

Depois, fomos ao shopping a pé, que não era mais que um prédio comercial, e bem pequeno. A praça de alimentação estava vazia, o 'cinema' ainda não estava funcionando; tiramos um momento em que não tinha ninguém ao redor (nem Gale) e nos beijamos :P No momento, não demos a mínima pra isso, mas por que daríamos, penso eu agora?! Ficamos um tempo na praça de alimentação para carregar a bateria do celular de Gale; ele aproveitou, enquanto pnp se afastou por um minuto, pra perguntar se eu o achava louco. Gostaria de ter dito o que escrevi mais acima, mas minhas reações não são muito rápidas.

Saindo de lá, minha mãe liga. Eu estava sem créditos, e não tinha encontrado nenhum lugar aberto para recarregar. Enquanto ela falava, olhei pro céu e ele estava todo com as nuvens fragmentadas, com o sol ao fundo. Tirei fotos no caminho inteiro de volta para a casa, foi lindo! Também no caminho, vi um casal de velhos comendo pipoca na rua, sentados tranquilamente; aquilo me tocou tanto, mas não tive coragem de fotografar mais de perto. Dessa forma, parece que não aproveitei a companhia; pnp aproveitou pra mostrar a casa da mãe e a casa da avó, onde, pelo que entendi, era onde ele ficava.

Gale se separou da gente e voltamos para a casa, eu e pnp. Percebemos que ia haver uma grande festa da igreja próxima, o que o fez chamar os amigos pra passar um tempo no centro. Nesse meio tempo, ficamos deitados um tempo, quando eu comecei a pensar (de novo) nas coisas boas que estavam acontecendo. Sim, inevitavelmente comecei a chorar, mas não com soluços e coisas do tipo; as lágrimas simplesmente saíam. Pnp ficou preocupado (lógico), achando que eu estava triste ou magoado com alguma coisa. Disse que estava feliz e que desde que começamos a namorar, eu estava mais emotivo que o normal. Ele pediu pra eu parar várias vezes, mas simplesmente não conseguia. Me achei ridículo, e fraco, por causa disso; mas satisfeito por não ter escondido a verdade, fingindo ser mais forte do que eu sou.

Com olhos de drogado, fomos ao centro. Passamos um tempo falando sobre a família, minha família; eventualmente falei sobre meus problemas em casa, sobre a responsabilidade que tinha, dentre outras coisas. Citando a trama de Shelter, que tínhamos visto de manhã (assim como o piloto de Glee), ele me disse que as responsabilidades existiam porque eu deixava. Ele tem razão, a parte difícil é largar, de repente para alguém que não saberá lidar ou pra ninguém mesmo, essa responsabilidade. Talvez eu me importe demais com o pessoal daqui, dado que nunca fui digno de preocupação. Eventualmente uma (ok, algumas) lágrimas caíram (já sem paciência pra ser o fraco de novo), por eu não ter a liberdade que eu queria, e por ser preocupado demais.

Chegaram os amigos dele, me preocupei em me compor pra não parecer que tivemos uma briga. Eram "vizinho", o amigo de pnp que comentei com B. por ser fofo; o fato é que parte da fofura era efeito das fotos. O segundo era "mobile", namorado de vizinho, que tinha um jeito de olhar acolhedor, meio intrigante às vezes. A terceira era o clone bom da caminhoneira, impressionante como as duas se pareciam no figurino, na forma e na hiperatividade, sendo que com ela era mil vezes mais legal que a caminhoneira original. Confesso que fiquei encantado.

Depois de um tempo, voltamos todos para a casa e jogamos Banco Imobiliário, ao som de The xx e Phoenix. Vizinho claramente gostou de The xx e perguntou duas vezes o nome da banda. Fiquei encantado também por todos gostarem, como sempre fico quando alguém gosta do meu gosto musical. Pela segunda vez na vida, de três, eu ganho o jogo, mesmo sem saber todas as regras. Foi engraçado no final das contas. Depois eles foram embora e, caindo de sono pela noite anterior, fomos eu e pnp dormir. Só tínhamos mais uma manhã para aproveitar.

continua...

sábado, 9 de janeiro de 2010

the trip part 1

Cheguei segunda feira (28) da viagem que fiz pra cidade de pnp. Vocês não tem ideia como estou feliz com tudo que aconteceu. Como parei de postar alguns dias antes de viajar, por pura preguiça (sorry), decidi contar o que aconteceu até então, em partes.

Parte 1 - the same old lines

Há alguns dias eu recebi uma mensagem direta de pnp, e quando a leio, continha o login e a senha dele no orkut. Sim, eu não entendi a princípio, mas ele me passou essas informações para eu poder cuidar da "Colheita [in]Feliz" dele, enquanto estava offline. Pouco tempo depois ele me pergunta se eu não me importava com as solicitações de amizade que ele tinha (uns atórons que nem dei bola). Eu disse que não (ué), mas questionei o motivo de ele não ter rejeitado, já que também não tinha dado importância. Ele disse que deixou lá pra ver se eu dizia algo. Nesse momento, pensei se a 'Colheita' era o verdadeiro motivo de eu estar com a senha dele.

Dias depois eu eventualmente dei minha senha pra ele, mas não contei a ninguém dada a insanidade do ato. Tudo andava bem e, apesar da minha vontade, não olhei o email dele, nem as conversas gravadas. Acontece que ele fez isso, e me contou em plena véspera de Natal. Para agravar a situação, ele leu justo uma conversa minha com B., onde eu falava sobre um cara que supostamente estava dando em cima de mim, e do amigo de pnp que eu achava "fofo". Ele ficou furioso, mas sabendo que tinha feito algo muito errado, portanto pouco reagiu quando eu me irritei, e profundamente.

Todos aqui em casa saíram na véspera de Natal, então eu fiquei o tempo todo online, mas possesso demais pra trocar mais alguma palavra com ele. Era quase 1h30min da madrugada, estava sem sono, já havia jogado, escutado todas as músicas do mundo, B. já estava estranhando eu acordado, online e em casa a essa hora (até eu estava). Antes de dormir, achei cruel sair sem dar um recado. Pnp tinha dito que ia deixar o computador ligado caso eu quisesse falar com ele; então antes de sair deixei uma mensagem dizendo que não ia desistir dele, nem da viagem que já estava prometida, mas que ele pensasse no que fez e nas expectativas que ele tem quanto a mim.

Sábado, 26, fiz a faxina nas pressas, minha mochila já estava quase pronta. Minha mãe não questionou muito sobre a viagem, o que me deixou bem satisfeito; apenas perguntou onde eu ia ficar lá e como eu faria pra comer e essas coisas básicas de sobrevivência. Fui ao ponto de ônibus com uns 20 minutos de folga pra poder comprar a passagem, claro que não estava contando com o ônibus demorar e com a certeza de que eu não teria mais lugares, devido à alta temporada de viagens no final do ano.

Quando finalmente entrei no ônibus para me dirigir à rodoviária, pnp me manda uma mensagem dizendo pra eu pegar o próximo ônibus, pois o que eu ia tinha partido com antecedência. Aproveitei e passei na casa de Mariana pra pegar minha lembrança do Natal que Thaise fez, quase derrubar um vidro de perfume e comprar uma rifa de uma cesta de chocolates.

Mariana: "Tu tá nervoso"
Eu: "... Não, sabe que não?!"

Fui à rodoviária com antecedência, garantir minha passagem. Quando sentei para esperar, com a passagem nas mãos, foi quando eu comecei a ficar nervoso. Surgiu o pensamento, seguido de uma ponta de arrependimento, que foi uma das poucas coisas que eu fiz (unicamente) pra mim nesse ano "son of a beach". Pra ser mais preciso, era a maior coisa que eu fiz por mim na vida. Eu preciso ser mais cliché que o cara que mal aproveitou a vida e está aprendendo talvez tarde demais?! David Fisher feelings.

Assim que o ônibus chegou, pnp liga pra mim dizendo que está ansioso (e eu não?!), o acalmei, mas minha cabeça estava girando. Respirei fundo e fui.

continua...

quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

goodbye two thousand and nine

E mais um ano acaba, com mais uma frase genérica pra começar o post. Tenho de concordar com Mariana que os anos ímpares são os melhores; tenho 2003, 2005 e agora 2009 pra guardar na memória (ou o que eu ainda tiver dela). Esse ano foi responsável por uma revolução interna enorme, a qual sou bastante grato. Agradeço também todos que fizeram parte dessa jornada (me manter em pé nesse ano foi realmente uma jornada), aos conselhos, às distrações e às risadas.

Tudo indica que começarei 2010 bem. Apesar de ser um ano par, várias boas conquistas estão pra acontecer:

- Um amigo da minha mãe está procurando um trabalho importante pra ela. Assim ela ficaria menos preocupada em casa (e descontando o stress em mim, eventualmente)
- Meu relacionamento com PNP está ótimo. Quer dizer, só não está melhor porque estamos em cidades diferentes, mas nos falamos praticamente todos os dias. Sinto que nunca fiquei assim por ninguém até o momento. Às vezes nem consigo segurar minha alegria quanto a isso. Bãã.
- Logo em março, estaremos eu, B. e PNP em São Paulo para o show de Coldplay. Dá pra acreditar?! [vontade de gritar]
- Talvez mais importante, esse ano finalmente irei me formar \o\ Antes, pretendo estagiar fora da cidade, até pra preparar minha família que não quero (mesmo) ficar aqui nessa cidade. Pra isso, pedirei ajuda do meu chefe, que entende dessas coisas e me apoia totalmente nessa decisão

Acho que o mais importante desse ano foi a perda (mas parcial) do medo de errar. Por exemplo, meus últimos relacionamentos (CS e Teléfono) não deram nada certo (sem contar os vários outros #fails da minha vida), dei moral a muita gente que não devia (o fantasma e a caminhoneira, principalmente), devo ter falado algumas verdades que doeram, ou que não eram tão verdades assim. Mas nessa brincadeirinha, conheci PNP, que de início não capturou minha atenção e, segundo B., era mais um que tinha se rendido aos meus feromônios virtuais, e olhem só onde estou. Não que eu me ache um exemplo de vida, não tenho moral pra depor em "Viver a Vida", mas se o ano não foi bom e é jovem o bastante pra se permitir errar, arrisque! enough said.

Que o próximo ano seja cheio de realizações pra todos vocês, que tenhamos muitos motivos pra rir, que apareçam várias pessoas especiais, que venham muitas lições a serem aprendidas, e que sejamos melhores como pessoas.

Um 2010 radiante pra todos!! :*

domingo, 23 de agosto de 2009

what the hacky?!

[não gosto de fazer posts grandes, porque tenho preguiça de lê-los, mas teve de ser assim :P]

Essa semana meu chefe me deu uma folga bem oportuna, pois minhas aulas à noite estavam exigindo muitas tarefas extra-classe. Isso até chegar mais ou menos quinta-feira e já não tinha mais o que fazer. Na verdade, eu tinha, mas coragem que é bom... Estafa mental absurda por chegar em casa a tempo de comer, passar uma hora no computador e acordar cedo no próximo dia. Foi complicado passar duas horas de aula sem dar algumas piscadas.

Até que a sexta chegou, e eu todo empolgadjenho preparei todo o dia pra dar certo. Sabia das figuras odiosas que iam pro show, mas não me preocupei. Felizmente ganhei o ingresso por uma promoção via Twitter, o que caiu como uma luva do Mario na situação crítica que estou.

Antes de ir, parei pra assistir o piloto de Six Feet Under na casa de B. Daí fomos ao local, muito cedo ainda, e ficamos na calçada, assim como a maioria do pessoal. Até que o Fantasma surge por lá, e B.: "Relaxe!". Como se não fosse o bastante, ele fica perambulando e puxando assunto com o pessoal, como se alguém realmente quisesse a presença dele; e eu só saindo de perto.

Um pouco antes de entrar, estava conversando com B. quando olhei pro outro lado da rua. Quem estava lá? Sim, ADM! Estava com três amigos, provavelmente 'atórons', e eu já estava *uto por ele sumir por tanto tempo.

"Bãã eu vou sumir e lhe evitar, pois eu vou lhe surpreender na sexta" TNC

Depois dessa, entrei no lugar. Misturei vinho branco (que odeio, mas estava especialmente bom), vinho tinto, cerveja e whisky (pela primeira vez, fique bem claro); meu estômago tratou de agradecer depois. Não demorou muito e a banda começou a tocar, e eu, -50% de equilíbrio, garanti meu lugar lá na frente. E, porra, que lugar abafado!!

Dei a pilora doida nas minhas músicas favoritas (Tick Tick Boom, Hysteria, New Born, Charlie, This Boy/This Fire, Reptilia/Juicebox, I Bet You Look Good On The Dancefloor), dancei todas as outras que não conhecia ou não lembrava (ou mal me aguentava em pé), quase sucumbindo em tanta fumaça e tanto calor. Apenas parei uma vez pra tomar um ar limpo, onde está o Fantasma se amostrando pra uma menina e chamando um amigo de "seu viado" ¬¬ eu mereço.

Após acabar o show, saí mal conseguindo andar, t-o-d-o molhado, o pé direito doendo de tanto pular e a cabeça... nossa, inexplicável. Procuro ADM ao redor, nada feito.

"Bãã eu vou sumir de novo pra você perceber que perdeu mais uma oportunidade" VTNCDSC >O

Chego em casa às 3h30min, tomo um banho e vou deitar. Daí minha mãe, tentando dramatizar as coisas, diz:

- "buivbfbvhsncdiands é?"
- "o quê?"
[silêncio]
¬¬ levanto e vou até o quarto
- [suspiro] "o que?"
- "tsc, nada. vá dormir, vá" ¬¬ sem maiores comentários.

Acordo às 5, feira, volto, durmo a manhã toda. Quando tudo podia ficar normal, B. me liga e me chama no Messenger pra dar uma notícia, no mínimo, inesperada. Acontece que o Fantasma, provavelmente sem gente corajosa o suficiente pessoal pra fazer grupo com ele, convida B. (às quatro da manhã, por email) pra se juntar a ele.

Só pode estar doido. Quer dizer que depois de dois anos de toda a história fatídica, teremos um flashback? Por mais que eu pense que pode ser diferente, meu lado racional não dá muito crédito não.

- "Bem, se for 'sim', pelomenos diga que eu to no grupo"

E que o bom senhor me [nos] dê paciência.

D:

quarta-feira, 29 de julho de 2009

back with a bunch

Esses dias estive longe do blog, mas n deixei de ler. Na verdade, foi uma ótima oportunidade pra ver novos ares. Saí clicando em tudo, como fazia nos primórdios, e achei coisas interessantíssimas. Algumas postarei aqui, são dicas de blogs, portais, ou vídeos legais.


Sabe aquelas fotos de família (americanos adoram isso) que você desejaria queimar a que algum amigo a visse, mas que algum parente acha muito cutxy-cutxy pra se jogar fora? Ótimo, presenciem a vergonha alheia nas mais diferentes formas, com comentários rápidos e bem sarcásticos.


Com a morte do IsFree.tv, do Series.tv e a parcialidade do blog Legendado, achei esse site prrtuguêx bem bacana. Tem notícias, quizzes, reviews ótimas (inclusive de todos os episódios de In Treatment #fanboy), audiências e muito mais. Em paralelo, tem o Portal do Cinéfilo [http://portal-cinefilo.com/], com a mesma abordagem, mas agora com o cinema.


Esse eu achei hoje. Os 50 melhores trailers de todos os tempos, com comentários. Ainda não li os comentários, mas fiquei surpresamente feliz com Cloverfield, Watchmen e Where the Wild Things Are. Vale a pena ver todos x)


Ok, se você não viu o trailer, onde você estava até então? E se não sabia da existência desse filme... de que planeta você é?! haha brincadeiras à parte (ou não), um dos filmes mais esperados do próximo ano teve o trailer divulgado semana passada. A sensação é de encantamento e de medo, os efeitos visuais são próprios de Tim Burton (bizarros de uma boa forma), e o gato me dá muito medo. Ao lado de Harry Potter, que ainda não foi confirmado, é um dos filmes que quero ver no ano que vem, e num cinema decente, lógico


Com certeza o blog-revelação do ano. Ela é modelo e batizada há dois anos. Ela sabe tudo das celebridades e divulga as notícias com comentários ultra-conservadores e ultrapassados. Antes de ler algum post e ficar indignado, relaxem porque ela é fake. Mas quem duvida que exista uma Cleycianne no mundo real?! huh huh? Os posts de transformações dão ótimos, em que ela aflora seu lado amadora em Photoshop.


Um dos posts sobre homossexualidade mais legais que já li, independente da orientação sexual do leitor.


Como pude me esquecer, céus! Não tenho nem como descrever haha... se você é mulher, clique sem pensar, satisfação garantida Casas Bahia. Já se você é homem e quer tentar ver alguma lógica no mundo feminino (que de complexo não tem nada), clique também. Já se você não se encaixa em nenhuma das alternativas e quer ver bons textos, vá em frente xD.

Tem mais blogs, mas são muito pessoais. Sobre como anda a vida, estou me arriscando de novo, tomando outros caminhos (coisa mais livro de auto-ajuda) e fazendo resoluções. Ou seja, idéias malucas por todos os lugares. I'm loving it

:*

segunda-feira, 22 de junho de 2009

traveling traveling

Nada demais, sem lições de vida. Apenas aproveitando o que acontece, apenas tendo preguiça de dar certos inúteis passos; esse frio mexe com minha velocidade de raciocínio e com minha noção de tempo. Cegamente feliz, diria eu; meio como Amelie ou Lily Allen em LDN. Feliz em ter acabado meu relacionamento, que só me fazia bem nas poucas horas que tivemos nesses últimos 3 meses. Feliz também por ele ser compreensivo e provavelmente entender minhas razões sem ciuminhos bobos.

Estou 'vendo' alguém, num vou mentir (essas traduções toscas pro português). Dessa vez quero que dê certo, pois agora sei o que quero. Não estou apressado, desesperado nem ansioso como as outras vezes. Eu só precisava achar alguém com mais atitude que eu, porque eu sou muito lentinho sabe? Mas tudo bem, não se pode ser a Rapunzel por muito tempo não é?

No geral, estou curtindo o recesso de uma semana da universidade, apesar de projetos a terminar. Felizmente estamos fazendo eu e B. no maior clima de descontração e diversão com as informações transadas da internet. Estou curtindo que meu quase vizinho empresário de bandas de forró se aquietou nesse período junino e não está tocando mais as piores músicas do mundo na maior altura (frase muito longa e sem acentuação, perdão). Falar nisso, estou gostando e muito que o pessoal daqui parou de fazer fogueiras e coisas do tipo. No tempo sempre nublado dessa época, a fumaça ficava presa e tornava o ar insuportável. Sem falar dos fogos inconvenientes pra todos os cantos. Melhor assim.

ADM me chamou semana passada pra uma rave, mas não era muito meu estilo de musica (odeio batidas repetidas, a maioria dos remixes me irritam). Em troca, o convidei pra ver Transformers 2 no fim de semana. Se tudo der certo, esse caso "sai do balcão", né Tyz? #interna

\o\

segunda-feira, 18 de maio de 2009

so emotional

Esse final de semana foi bem intimista, na falta de um termo melhor. Depois de ver LOST, que aliás foi excelente, empolgante e fdp ao mesmo tempo, não tinha muito o que fazer, além (claro) de ver Gossip Girl e, com muita paciência, Prison Break. Daí me surgiu a coragem de ver os (mais de 10) filmes que tinha arrumado com B.

Primeiro vi No Regret, que é temático. Excelentes direção, atuação (dos protagonistas principalmente) e fotografia. Fiquei super tocado com as situações #fail que aconteciam. Estranhamente gosto de quando, em filmes, as coisas saem de controle, não importa o quanto os personagens tentem reparar. Acaba sendo muito mais realista do que qualquer comédia romântica genérica. Enfim, gostei do filme, mas não entendi o final. Mas melhor não entender o final do que não entender o filme inteiro, né?

Dando uma pausa do sábado, fui ver SuperNanny com minha avó, pra variar :~ Chorei muito e espontaneamente com o programa. Se eu for entrar em detalhes, vou passar páginas e páginas explicando. Basta saber que me identifiquei em parte com o caso, apesar de que a situação do garoto era bem pior, coitado :T Minha avó não notou eu chorando, mas me ensopei legal.

Já no domingo fui ver finalmente Quem quer ser um milionário? Fiquei impressionado com o filme, principalmente depois de saber do orçamento do mesmo. Não é uma história excepcional, mas o arco da história prende bem a atenção, além de não se genérica xD Essa semana terminam Prison Break e Gossip Girl, aí poderei ver mais filmes e indicar (quem sabe?)

Me rendendo à programação de sempre do domingo na TV, e não aguentando mais o Faustão pela nª vez, fui ver o programa de emergências médicas da Band. Começou com um cara que levou uma pancada federal na testa (ouch), e depois foi pra uma sequência de partos. Foi muito lindo! Mesmo com um casal lá que só escutava funk no carro, e ainda disse que o menino -supostamente gostando- chutava a barriga.

Pra terminar, fui ver a série de Transplantes do Fantástico. Fiquei muito feliz que a menina lá conseguiu um pulmão; vida dura você depender de um balão que dura algumas horas, não poder fazer muito esforço, e ainda andar com canudos no nariz, que no meio de tudo é o de menos, mas tenho agonia com canudos no nariz :T Caso não fique claro, eu quero doar órgãos por motivos óbvios; e espero um dia tirar minha bunda da cadeira e começar a doar sangue regularmente.

Pra terminar bem enr, fui ver o significado dos meus sonhos (alguns estranhos como levar tiro, correr louco e pular na água etc etc), e todos levaram a sucesso financeiro. Ou esse site tá viciado ou eu to numa boa. Tomara o/

Espero muito que essa semana renda boas histórias! /o/ gogogo

:D~

domingo, 26 de abril de 2009

Où sont-ils à présent, a présent mes vingt ans?



Não pensei em nada sobre meus últimos 20 anos. Nenhuma consciência do que de fato mudou, mas sim do que deve mudar daqui pra frente. Não vou citar porque a lista é grande e vou me empolgar na explicação, com todo drama que tenho direito.

Me basta dizer que apesar de não serem tão bem aproveitados, esses 20 anos (ok, desconte os primeiros 10, pelo menos :~) foram muito intensos. Agradeço por todas as grandes amizades, mesmo muitas não tendo durado tanto quanto imaginei. Agradeço pelos momentos ruins, que obviamente me fizeram ficar mais forte pros próximos. Por todas as outras situações que me permitiram ter uma postura mais madura e sensata, mas não 24 horas por dia. Por tudo, tudo que me permitiu ser um cara com defeitos -claro-, mas que viveu o bastante pra aprender um bocado de coisas.

Parece um discurso de aniversário digno de séries teen (talvez minha vida seja uma, de fato [think] :T). Um viva mais especial a todos que me aguentam hoje e ainda me acham um cara legal (incluindo vocês, leitores), vocês tem um lugar reservado no meu cérebro (esse negócio de coração não é de macho hauhauhau)

Beijos e abraços; e que venha mais um ano de muitas aventuras com a galherinha transada. Será que eu aguento?!

;P

sexta-feira, 24 de abril de 2009

sigh of relief

Passaram as provas, duas essa semana e uma atrás da outra. Uma delas exigia a leitura de 200 páginas /o\. Valeu ler no balanço do ônibus, no horário de trabalho, na frente do computador (batalhando contra as conversas paralelas) etc etc. O bom é que gostei das duas provas, deu pra resolver todas as questões sem muita enrolação. Se eu vou ter uma nota boa, é outra história... e nem me venha com "você sempre se dá bem" ou "você é inteligente"... ¬¬ eu me lasco também, coisa mais fácil do Brasil.

No clima de contagem regressiva, dei uma olhada nos meus recados antigos do orkut (infelizmente recorro muito ao passado, mania feia), há pouco mais de um ano. Sei lá, aquele negócio de ver como você e/ou as pessoas eram, e se houve alguma mudança, semelhante ao que alguns fazem no final do ano (evaluation). Se tive alguma opinião? Não exatamente. Não sei dizer se o que mudou foi realmente pra melhor ou não. Claro que alguns problemas continuam exatamente com eram, mesmo com certo esforço; porém mudanças são notáveis, e seu impacto nem sempre é possível de se identificar.

Claro que estar 'com alguém' é algo a se considerar como boa mudança (ô se é), mas não sei dizer se continuo a ser o idiota que vive numa ostra e julga todo mundo precipitadamente (ou, como falo pra B., uma pessoa superficial). É, estou me contradizendo com o "não exatamente"... ainda tenho tempo pra pensar, então posso mudar (umas quinhentas vezes) e voltar pro mesmo ponto; mas pretendo postar no tal dia.

Tudo indica que eu vá mesmo pro show sábado. Só depende mesmo do meu saco/coragem, porque cara de pau não sobra. Bom, aproveitar que não tem muito trabalho pra pensar na vida, coisa difícil de se fazer com twitter e um source enorme de músicas no computado. Mas irei tentar. Yes I can [/piada antiga]

:T

terça-feira, 21 de abril de 2009

hyperactive-mind trick

Depois de uma sessão de felicidade momentânea, que incluiu jogar Nintendo64 e GameBoy Advance no computador (todos jogos de Mario, how classic), jogando com minha sobrinha de audiência, nos divertimos e demos boas risadas com as aventuras e minha ignorância pra jogar. Ah, isso foi no domingo. Segunda já estava pronto pra zerar e tentar fazer essa semana diferente, mesmo com duas provas from hell.

Segunda já começa estranho. Muita chuva, pouca gente na universidade, praticamente só eu tinha aula o.O. Logo cedo, Teléfono aparece no messenger. Disse que poderia vir pra cidade nesse feriado. -Por mi, ok. Estava na hora do almoço e precisei interromper. Ele ainda ficou online a tarde inteira, mas estava muito sem cara pra conversar, aquela sensação de ter feito shit e não saber como contornar. :T eu sei, um saco.

Chegando em casa, depois de ter pensado um pouco sobre a situação (obrigado ju), a gente combina o dia seguinte, gravo um filme em dvd, mando as traduções das seleções que gravei, esclareço as coisas e vejo que a tragédia tava só na minha cabeça, porque ele continuava o mesmo. Minha mente hiperativa e seu plano de arruinar as coisas... adoro isso.

Enfim, deu tudo certo, nos encontramos, foi perfeito! Fomos no shopping duas vezes pois estava numa busca pelo cd do Jason Mraz. Só na segunda vez que a loja tava aberta. Peguei o cd, avisei que tinha achado, ele pediu pra ver e não largou mais, disse que ia pagar. Eu não ia fazer piti (vergonhoso) e aceitei o gesto. Preciso nem dizer que esse cd vai ficar um pedestal né? (pessoa mais sentimental :~) Clarooo que eu tô exagerando.

Ah sobre o show de sábado... falei com minha mãe que queria ir. Pelo menos ela não vai me acusar de avisar em cima da hora (o que eu faço pra resumir as broncas hohoho sou mau):
eu: -abanda- vai tocar sábado
mãe: e daí? ¬¬
e daí que vai tocar, ué?
sim, -abanda- vai tocar no sábado. e daí? ¬¬
e daí que eu quero ir :~
[silêncio constrangedor]

Comunicação é tudo.

:~

quarta-feira, 15 de abril de 2009

the hangover

É, caros leitores, trabalhar e namorar até tarde da noite custa caro. Juntando com o frio que anda fazendo, piora tudo. Um exemplo básico: segunda eu tinha um trabalho a entregar e fiquei até a 0h da terça fazendo e conversando com teléfono, que está aparecendo todos os dias. Durmi menos de cinco horas e acordei atordoado achando que o despertador havia tocado; apenas impressão.

O despertador enfim toca e eu desligo (dormindo), tenho um sonho dos mais bizarros (surpreendentemente não estava nu neste sonho o.O). Acordo uma hora depois, bêbado, e ainda passo muito tempo pra ligar o chuveiro. Se o ônibus não estivesse atrasado, com certeza não o pegaria. Adoro situações oportunas.

Essas situações estão se repetindo e, apesar de ser muito bom conversar com T. enquanto faço meus afazeres, estou ficando esgotado. Esgotado do tipo 'daqui a algumas semanas vão aparecer cabelos brancos'. Pra completar, semana que vem tenho duas provas, das duas disciplinas mais carregadas do período (pra não dizer da graduação também) e não toquei em um livro. Não sei até quando vai durar, meu instinto vagabundo às vezes não tem limites.

Pra completar, conversei com meu chefe sobre o artigo. A gente tava pensando em publicar numa conferência top nacional, onde a entrega é no começo do mês que vem. Ou daqui pra lá eu me ajeito ou vou levar muito chicote; isso também porque tenho a intuição que perdi alguns dados dos experimentos (máquina com aids). Brincar de tomar vergonha na cara né? :T

Essa semana soube que a banda dos meus colegas vai tocar dia 25 (véspera de aniversário) e vou ter que arranjar um meio de ir, já imaginando a cara de muro que minha mãe vai fazer. TÔ NEM AÍ. Quero mais é passar mal mesmo.

OBS: a última vez que disse isso fiquei um dia sem voz, mas -também- tô nem aí.

:~

quarta-feira, 8 de abril de 2009

let him in on your secret heart

Cada dia é uma surpresa, uma maravilha só (e dessa vez, não há sarcasmo). Cheguei ontem em casa sem saco pra ver tv e ter que aguentar o nível das novelas (em tempo, alguém me explica o que é aquilo em Caminho das Índias? zzzz surtos de sono aos montes). Enfim, minha mãe ficou fula porque eu cheguei e praticamente fui direto por computador. Oi, a televisão não colabora, ok??

Enfim, estava todo felizão blogando e twittando, messenger aberto; aí Teléfono (sim, só tenho olhos e dedos-para-teclar pra ele) aparece. Pego de surpresa, coração dá uma parada, respiro fundo. Aproveito pra perguntar porque ele está aparecendo tanto na semana, já que antes era só nos finais de semana. Ele me responde que agora tem motivos pra entrar mais frequentemente. Perguntei se esse motivo era eu, usando um pseudônimo que não vou divulgar (xD), e ele confirma. Ok, estou podendo, mas isso não ajuda mesmo nos pensamentos bãã, que estão mais do que frequentes.

A gente começou a falar sobre família, orientação, infância etc. Descobrimos muita coisa em comum, desde uma infância com muita cobrança das figuras masculinas, mães super-protetoras, histórico de bully. Ele não contou a ninguém (pelo que descobri por enquanto) sobre a orientação dele, o que me dá de certa forma pena; não é nada legal ficar se escondendo por aí, mesmo com a sociedade tendo mudado bastante de uns anos pra cá. Mas ok, opção dele.

Chegou num momento que ele me contou uma história muito íntima (e bem delicada também). Preciso de ler mais livros de auto-ajuda genéricos, mas tá na cara que ele tá super gamadão (90's pride). Desde então, cenas fofas do sábado reverberando forever (mente hiperativa agindo), não consigo não pensar nele, tô gamadão também xD praticamente um pagode de churrasco.

Ah, e sim, não há coisas mais interessantes na minha vida ultimamente. Se contentem (ou não) com muitas declarações a Teléfono.

*.*

terça-feira, 7 de abril de 2009

honey, honey


[06abr] postando rápido, hoje o dia promete ser longo e chato. Sim, provas matemáticas podem ser um saco com a maior facilidade; junte isso à minha mania de perfeição em querer explicar cada proposição nos mínimos detalhes, sem ambiguidades (e sem trema). [07abr] Pensava que ia conseguir postar, mas ficou muito complicado.

Enquanto estava juntando as palavras pra postar e ao mesmo tempo pensar na resolução dos problemas, aparece Teléfono. Desses tempos pra cá ele tá entrando muito na internet durante a semana; ok, não quero pensar que é por minha causa, não devo estar podendo tanto assim o.O mas é bom porque não tenho de esperar a semana toda /o/

Aproveitei pra dizer logo o que queria, que estava gostando muito dele e muitos mimimi's e bãã's, algumas referências bem específicas do sábado. Que lindo né gente, quando duas pessoas se gostam... :~ De qualquer forma, não dava pra fazer três coisas ao mesmo tempo, até porque nem de duas eu dou conta. A conversa não durou muito, tive de interrompê-lo pra terminar o exercício. Mas ele compreendeu, claro.

Semana passada pedi os comentários externos de B., ver se minhas impressões não eram só devaneios de uma mente (não tão) ingênua. Conclusão: depois de muito tempo discutindo as conversas, não são /o/. O único problema daqui pra frente é que eu vou ter que tomar iniciativas. Em conversa com ele (Teléfono), ele disse que nos outros relacionamentos eram os outros que tomavam a frente (fail).

O jeito é continuar com o comportamento bitch (que estou atonrando), não deixando o lado bãã romântico da coisa. Pô, primeiro relacionamento um pouco mais sério e tenho logo de ser o macho? Tô goxtando.

:P

Referência: ABBA - Honey, Honey

sábado, 4 de abril de 2009

oh what a world we live in

Ai, não sei nem por onde começar [risos] Continuando onde parei no post anterior, a gente  (eu e teléfono) conversou um pouco -pois estava na universidade ainda- e ele disse que estava afim de vir pra cá no dia seguinte (hoje, no caso). Disse que podia vir sem problemas e ficou por isso mesmo. Notei que ele ficou assustado com minha falta de discrição, mas ficou tudo bem.

Não durmi bem. Meus sonhos mostravam tudo dando errado, eu preso em casa e ele sem poder viajar, me mandando trocentas mensagens de texto. Minha mente hiperativa quer virar protagonista desse blog à força, já perceberam?

Com sonhos como esses, imaginem o jeito que acordei. No meu modo normal, já costumo pensar nos piores casos, ainda mais nessa situação?! Mandei uma mensagem de texto pedindo pra ele avisar se viria ou não (ele contou com essa possibilidade na conversa anterior), porque tinha que arranjar uma desculpa pra sair de casa mais cedo que o habitual (dar satisfações sux). Fiquei daquele jeito, olhando o telefone de tempos em tempos, esperando a resposta; ansiedade é a pior coisa do mundo. Ele responde dizendo que estava a caminho da cidade. :x

A gente se encontrou no shopping. Não foi um choque, mas imediatamente perdi as palavras. Pra desenrolar um pouco, indiquei uns filmes e álbuns legais (era pra eu ter comprado um, aliás ¬¬). Depois conversamos mais na praça de alimentação, onde tinha muita gente conhecida e me senti um pouco acuado; inclusive tinha um idiota que eu conhecia do meu lado ¬¬

A gente foi pro centro, pra ele comprar chocolates pros alunos dele (não sei se já contei -preguiça, mas ele é professor do ensino fundamental na cidade onde mora) e depois tivemos nosso tempo pra conversar com mais liberdade. Extremamente carinhoso (como caçula de 10 -!!!!!!!- filhos), ele não se mostrou nem um pouco diferente de todas as conversas que tivemos.

Só sei que ele é o mais perfeito que encontrei. Não é um Ewan McGregor em termos de beleza, mas com certeza em termos de fofura. Enfim, eu poderia contar detalhes relevantes, mas acho que resumi o bastante; até pra não chocar leitores desavisados (knock knock, who cares?) Na despedida, prometemos manter contato e nos encontrar novamente.

Com palavras soltas aqui e ali, independente de qualquer impressão pessoal e de mente hiperativa, gostamos muito um do outro. Ele disse que não pode ficar vindo direto pra cá, mas faz questão de nos vermos quando puder vir. Ow, dia mais que feliz, queria dar um replay em tudo! Minha cabeça tá tão alegre que demorei mais de uma hora pra digitar um post disconexo como esse. Perdão a todos que não entenderam nada. [/not intentional]

:S

sexta-feira, 3 de abril de 2009

me and external influences

A semana está indo bem. Tenho alguns motivos pra dizer o contrário, mas é tão irrelevante sabe? Até porque, depois de ontem... ai ai. Antes de chegar ao ponto, estou muito viciado no twitter, ainda achando que não vou durar muito por lá. Mas enfim...

Ontem tinha um exercício enorme pra entregar. Fui no messenger ver quem estava online e quem encontro? Teléfono. Me surpreendi pois ele geralmente só aparece no final de semana e claro que não ia perder a oportunidade de conversar com ele né? Foi simplesmente a melhor conversa de todas, a mais esclarecedora e principalmente a que eu estava menos inibido.

Alguma razão pra isso? Duas horas atrás estava em aula, onde o professor levou uma palestra em vídeo sobre Criatividade/Pensamento Criativo. Eu fui só porque tinha trabalho relacionado pra fazer pois, se não fosse por isso, eu nem iria ("nãã, palestra pseudo demais"). Até que a palestrante começa perguntando o que impede o pensamento criativo no dia-a-dia. Em seguida introduziu algumas técnicas para criar o hábito de estimular esse tipo de pensamento.

Claro que apliquei tudo à minha vida pessoal. Quer barreira maior do que a que eu mesmo construo contra as pessoas, com medo insano de não valer a pena e todo o mimimi que tenho (mas não deveria) direito? Saí todo cheio de coragem e com várias idéias pra tornar minha vida um pouco mais suportável.

Pra resumo da conversa, ele ficou de entrar hoje no messenger pra a gente combinar um fim-de-semana nosso (rum rum). Ele recebeu meu áudio e ficou escutando várias vezes (percebi pelo "what i'm listening to" do messenger). Resumo total: estou gamadão (talvez seja o único termo que se encaixe, apesar de ser muito anos 90); não é o cara perfeito, mas suas qualidades são admiráveis. Acredito que ele esteja afim também, pelo jeito das conversas.

Meu estado atual: minha mente hiperativa não para de pensar nele, pareço um adolescente u_u. Mas também não vou tapar os olhos... minha razão (ou anjinho pé-no-chão, como diria Danilo) está podando as asinhas, não me deixando viajar demais. Odeio muito o poder maléfico das expectativas.

Bem, vou ver se ele aparece (até o sono tomar conta de mim) e amanhã (ou hoje mesmo) conto as novidades por aqui. Só sei que estou nessa for good.

[update]Assim que postei, ele aparece. Timing is everything[/update]

:B